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Publicado em: 04/01/2021

Relações Internacionais: área torna-se essencial em um cenário global cada vez mais dinâmico

Para explicar mais sobre o tema, o diretor das Faculdades Integradas Rio Branco e coordenador do curso de Relações Internacionais, José Maria de Souza Júnior, fala sobre importantes aspectos da formação e da carreira de Relações Internacionais.

É muito comum as pessoas ou mesmo vestibulandos terem dúvidas sobre a atuação de um profissional da área de Relações Internacionais (RI), tanto no dia a dia acadêmico quanto na carreira. Na verdade, existe um leque de opções para esse perfil multifacetado, cuja formação contempla diferentes áreas do conhecimento e oferece uma ampla bagagem sociocultural e de habilidades que incentivam o aprimoramento contínuo em temas das agendas nacional, internacional e de interesse coletivo.

Em um mundo cada vez mais dinâmico e globalizado, seja entre as tendências políticas e as economias dos países, tanto no mercado corporativo quanto nas esferas públicas e diplomáticas, um profissional dessa área é essencial para mediar conflitos, estabelecer pontes, construir laços sólidos de confiança e reciprocidade, além de parcerias comerciais.

Para explicar mais sobre o tema, o diretor das Faculdades Integradas Rio Branco e coordenador do curso de Relações Internacionais, José Maria de Souza Júnior, fala sobre importantes aspectos da formação e da carreira de RI. José Maria é graduado em Relações Internacionais pelas Faculdades Integradas Rio Branco, mestre em Integração Regional e da América Latina e doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP):


Diante do atual panorama nacional e global, qual a importância dos profissionais de Relações Internacionais?

JM: O profissional de Relações Internacionais é treinado nas áreas de Direito, Política, Economia e Negócios. É um profissional flexível que atua na intersecção destas áreas de maneira a fazer a ligação das diferentes perspectivas para entender os fenômenos econômicos e sociais na sua amplitude. Isso dá a possibilidade de atuação no primeiro setor (Estado), segundo setor (empresas) e terceiro setor (organizações da sociedade civil). Cada vez mais o profissional de RI é um agente voltado para o entendimento e a superação dos desafios que a sociedade enfrenta. Dito de outra forma, os desafios de grandes centros urbanos, por exemplo, são os mesmos em diversos países e cidades. Desta forma, o egresso do curso de Relações Internacionais é voltado para as políticas públicas e práticas empresariais que superam as adversidades impostas em qualquer lugar do globo.


Como os profissionais dessa área devem se preparar e em que espaços podem atuar profissionalmente (público e privado)?

JM: A preparação do profissional de Relações Internacionais é bastante intensa. Trata-se de uma composição do entendimento de História e Teoria, por um lado, e de questões atuais, por outro. A relação do setor público com o setor privado é uma das mais importantes que o profissional estuda, tendo a opção de enveredar para qualquer um dos dois caminhos. O setor público oferece oportunidades em prefeituras, câmaras de vereadores, secretarias, embaixadas e consulados. Já o setor privado é o que mais absorve mão-de-obra na região da grande São Paulo: consultorias políticas, empresas de comércio exterior, de recrutamento e seleção, multinacionais de diversos ramos (farmacêutico, automobilístico, etc), e, cada vez mais o setor de tecnologia também absorve os egressos do curso de Relações Internacionais.


Quais os principais diferenciais do curso de Relações Internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco Granja Vianna?

JM: As Faculdades Integradas Rio Branco Granja Vianna tiveram o melhor resultado do Brasil, no último Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). É um curso que mantém um equilíbrio adequado entre as principais áreas de atuação do profissional, dialogando com as principais instituições nacionais e internacionais. Conta com corpo docente qualificado e com turmas reduzidas, construindo uma relação profissional de confiança nos alunos e priorizando uma preparação de qualidade. Através da missão: “Servir com excelência, por meio da educação, formando cidadãos éticos, solidários e competentes” e da visão “Ser referência nacional e internacional na área de Educação” a Rio Branco capacita seus alunos e fomenta o protagonismo da atuação profissional e educacional nos próprios alunos, com uma visão moderna e arrojada do que é aprendizagem e do aspecto transformador que a educação promove na vida do indivíduo.