20/10/2009
10ª Semana de Educação
Uma rica oportunidade de reflexão, pesquisa e debate para os alunos do curso de Pedagogia

Na abertura oficial do evento, a palestra do
prof. dr. Gabriel Chalita
Entre os dias 20 e 23 de outubro, alunos, ex-alunos, educadores e renomados profissionais da área de educação expuseram diferentes abordagens sobre o processo do educar.
Na abertura oficial da Semana, a palestra “Ética na Educação”, com o professor doutor Gabriel Chalita, contribui de forma expressiva para a análise da ética no dia a dia da atuação do educador. O especialista trouxe quesitos como os quatro pilares do processo educativo: ser, conviver, conhecer e fazer; e a ética como um conceito universal, “que nos emana a aprender com o outro e a desenvolver um trabalho em equipe”, revela Chalita.
Já com a temática “Eu ensino, mas eles não aprendem”, a professora drª. Maria Lucia Marcondes Carvalho Vasconcelos revelou a importância de se despertar no aluno o prazer pelo conhecimento e como atingir este intuito de forma criativa e inovadora. Segundo a educadora “esta é uma profissão que tem como matéria prima, o ser humano em formação”, avalia. Quesitos relacionados ao ensino-aprendizagem, seleção de conteúdos, avaliação do aluno e do professor, planejamento e definição de estratégias de ensino, conduziram a apresentação.

Tenda de Leitura, uma das oficinas
organizada pelos alunos
As temáticas “Os Desafios do Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira”, exposta pelo profº. Paulo Rafael da Silva, que atua como educador do Consulado do Cabo Verde e na formação de educadores para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira no território nacional; e “A aprendizagem com sentido: uma proposta interdisciplinar de ensino”, desenvolvida pela profª Maria Helena Esteves da Conceição, integrante do GEPI (Grupo de Pesquisa e Interdisciplinaridade da PUC-SP, sob a coordenação de Ivani Fazenda) valorizaram as discussões e estudos do encontro.
Um lúdico e expressivo ciclo de oficinas organizado pelos alunos fechou a Semana: uma “Tenda de Leitura”; um espaço para a pesquisa do ensino de “Filosofia para Crianças”; uma sala de “Música, Expressão e Movimento” e um atrativo ambiente para pensar a Transposição do Rio São Francisco, enquanto modelo pedagógico de geografia fecharam os debates.